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Mostrando postagens de junho, 2024

Som e livros

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https://www.youtube.com/watch?v=uTVcbuoETFw qual é o som de um filme sobre um bibliocídio? Demoraram meses pra gente entender o óbvio, que a empresa recicladora de papel é importante. A imagem do reciclável e do reciclado, se só fosse algo de VER já teria uma impressão interessante aos sentidos. Nossa ideia depois da reunião dessa semana foi agregar ao filme, em vários momentos, o barulho do papel sendo reciclado, dos livros sendo reciclados. Um vídeo nessa busca encontrado mostra a questão que envolve reciclar e "espaço livre", razão pela qual se destruiu o acervo da biblioteca da UnB, entre outras. https://www.youtube.com/watch?v=IEOakmrMdfw entre outras reflexões sobre Música Papel picado Mouraria d Maria Luísa, em conversa recente com a filha de Eudoro de Sousa ela enfaticamente, sabendo que estávamos filmando sobre o tema, insistiu que a mãe tinha hábito de cantar fados em encontros variados. O som da MÁQUINA DE ESCREVER objetiva um vínculo com as várias carta...

Links dos últimos vídeos

 Vídeos dos últimos encontros:   1- comentário tarefas de espaço, 12/06/2024;  https://youtu.be/bXGBeYXdnrw  2- sobre o som 19/06/2024  https://youtu.be/qgZ8CMqF6Fg . A aula sobre som começa a partir do 15:04 em diante.

Próxima tarefa

 Rever o projeto a partir das sonoridades, tanto no uso de sons, quanto da textura/densidades, e fazer uma postagem na interface da turma. Usem a aula gravada de hoje. Nosso próximo encontro é pra daqui a 15 dias. dia 03 de julho. Tomara que presencial.

Pensamentos sobre o espaço do processo

  Pensar a espacialidade dentro do projeto significa, sobretudo, pensá-lo de forma global, já que a proposta esta verticalmente vinculada ao espaço de Uberlândia. Aqui podemos fazer algumas considerações sobre quais são estes espaços e como eles podem ser agenciados dentro do processo. O primeiro espaço que pode ser sinalizado é o ESPAÇO FÍSICO . Pensar como e quais “locações” serão elencadas para o projeto, considerando que a proposta intenta dialogar com os espaços materiais da cidade como condutores de uma ação artística, que gerará vetores para a criação de uma dramaturgia e como desdobramento será partiturizada em ações físicas. O espaço enquanto fonte imagética tangencia para a construção de um arcabouço sensível para tal criação. Formas, desenhos, arquitetura, localização, disposições, suas características materiais e físicas. Além deste espaço podemos considerar o ESPAÇO MEMORIAL, HISTÓRICO E SOCIAL DA CIDADE . Como estes prédios e escombros dialogam com a história e...

ex passo

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A ideia atual do documentário experimental que estamos fazendo gira em torno de um espaço muito específico, tudo retorna a esse lugar, gira em torno dali, brota da mesma mina: a biblioteca da UnB. E por meio de um outro acontecimento que já em si faz emergir outro espaço, o depósito da BCE, ou um depósito de biblioteca num sentido mais universal. E um depósito, todos conhecemos como é um depósito, um lugar escuro, guardado, socado lá no fundo dum contêiner ou quarto esquecido, etc etc. Há aqui um espaço como sugerido nas aulas, um espaço sonoro, um barulho de livros se empilhando e sendo jogados num caminhão. O barulho das folhas sendo rasgadas, as folhas de rosto, com o objetivo de dar baixa no sistema do pergamum da biblioteca, a queima de arquivo, o próprio barulho da queima de arquivo. A nossa cena, skené (?), nosso objeto funcional é sempre retirar estórias a partir de livros destroçados, picados, uma catábase em que um guia, um “ajudante de guarda livros”, como diz o Pessoa, ori...

Espacialização Jemima

 https://jemiimaa.blogspot.com/2024/06/dramaturgia-finalizada-inicio-de.html

Espaço 2 Lara - Experimentação

  Experimentação do Espaço Interferência na direção, no figurino, no set, no gestual, na estética.   (04/06/24)   A experimentação de uma das cenas, A fuga de Dafne, no set idealizado para as filmagens, trouxe muitas mudanças na visão do projeto. Dafne é uma ninfa, filha do rio Peneu. Como Ninfa, foi idealizada com roupas leves de tecido voal branco, em duas camadas, chinelinhos brancos, para poder se movimentar na beira do rio cheio de pedrinhas, cabelos soltos, rosto em amarelo solar. Seus gestos, contracenando com a peça de crochê, e sua corrida desesperada, deveriam parecer um voo de borboleta. Na hora da filmagem, fim de tarde por causa da luz natural, os cabelos brancos da atriz ficaram excessivamente acentuados. Dafne é uma ninfa, não envelhece. Primeiro problema a ser resolvido. Uma peruca talvez? Loira? De jeito nenhum. Segundo problema começando a aparecer, a opção estética naturalista e simplista começou a ser questionada, o rosto amarelo também acentua...

espaço - June

 estou com um pouco de dificuldade de definir o espaço, porque, a princípio, a cena se daria no chão. pensei no piso de madeira, que é material natural e, a princípio, não interferiria energeticamente nas atividades. seria, então, um círculo na madeira, rodeado por sal grosso. 

Espaço 1 Lara - Roteiro

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Cartografia do roteiro. Resultado final da brincadeira.   Cartografia Brincando com o espaço para a construção do roteiro .  Sem saber por onde iniciar, li sobre a cartografia e foliei a “História da Cartografia” da editora Georama (1967). Ela traz em seu início representações cartográficas de primitivas culturas, além de um cheiro muito forte de mofo. Em um dos mapas do século XVI (1ª foto) é retratada uma região do vale do México. A imagem é uma série de quadradinhos. Outras civilizações também os usaram como representações. Decidi recortar quadradinhos de papel e aquarelá-los. Encontrei como definição do verbo aquarelar, “Descrever paisagens” em cores. Olhei minhas anotações no blog e comecei a transcrever as cenas que havia definido anteriormente. Fui colocando cada uma em seu quadrado. Cena de Peneu, Cena de Dafne, Cena das Mulheres, Cenas da Metamorfose Final. PERSONAGENS.  Quem são? Assim estruturei em cores as perguntas feitas por Viola Spolin em seus jogo...

Espaço - Uriel

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     Contexto:     Meu amigo = a pessoa com quem estou produzindo as músicas e que colabora comigo neste projeto.     Meu outro  amigo = a pessoa que está me ajudando na partitura.      Semana passada, eu tive que pedir ajuda a um outro amigo de Ponta Grossa, para fazer uma partitura de coral. Esse meu outro amigo, antes de me ajudar, pediu para ouvir as músicas que já tinham sido feitas até então, e sua resposta ao escutá-las foi: "Nossa, vocês construíram todo um espaço, um cenário, né? Nas músicas."     E de fato, esse era o objetivo. Cada música é baseada em uma estação, portanto meu amigo e eu utilizamos sonoridades que deem a impressão de se estar dentro deste espaço, um espaço de outono, de inverno, de primavera, e de verão. Por exemplo... em fevereiro, meu amigo foi para o Canadá, e pôde conhecer a neve pela primeira vez! Por isso, na minha música de inverno, se escutam passos na neve.      É fato qu...